sábado, 12 de julho de 2014

Mogi para Mogianos - 06/07 - Roteiro Eco-Cultural

Confira como foi o Roteiro Eco-Cultural, que foi visitar o Sitio Águas da Mata, Ateliê do Lúcio Bittencourt e o Ateliê do Mauricio Chaer.

*Para visualizar o álbum completo, clique no link após a segunda foto.



segunda-feira, 2 de junho de 2014

MÊS DA CERVEJA BELGA

A Prefeitura de Mogi das Cruzes, por meio de sua Coordenadoria de Turismo e o Consulado Geral da Bélgica farão o lançamento do “Mês da Cerveja Belga” na cidade.

De 3 de junho a 13 de julho, Mogi das Cruzes oferece ...42 dias de promoções, descontos e degustação de Cervejas Belgas.

Dezoito bares de Mogi das Cruzes oferecem cervejas belgas especialmente em seu cardápio neste evento, com patrocínio da Brasart /Ambev.
Uma nova opção de lazer durante o período da Copa do Mundo no Brasil, inspirada na seleção da Bélgica recebida por nossa cidade.

Além da bebida tradicional do país, o público mogiano poderá conferir atrações nos estabelecimentos que participam da iniciativa.
 
 

sábado, 17 de maio de 2014

É isso ai...


Depois da saúde, o bem mais importante é a paz interior

Em todas as viagens, o Guia de Turismo, sempre tem alguma lenda para contar, ou uma historia que desperta a curiosidade dos turistas. E aqui vai uma que alguns já devem conhece-la: “A lenda de Santo Ângelo: Reescrevo na íntegra o que consta no livro de Isaac Grinberg – Mogi das Cruzes de Antigamente – Editora Saraiva – 1964, diz assim: “Entre as muitas lendas e crendices do folclore mogiano, uma das mais interessantes é, certamente, a de Santo Ângelo.

No atual distrito de Jundiapeba, de nosso município, há até hoje a capela de Santo Ângelo, que data de 1738. A imagem daquele santo que ali se venerava, tinha, para os antigos mogianos, uma propriedade ímpar: fazia chover.

Por isso, quando havia secas prolongadas a população e especialmente os lavradores rezavam para o piedoso santos e pediam-lhe as desejadas e salvadoras chuvas.

Aos poucos, entretanto, modificou-se a idéia original: não bastava rezar. Era preciso trazer a imagem de sua capela para a igreja de Mogi e aqui deixa-la até que chovesse. Como o santo não gostava de ficar fora de seu verdadeiro altar, intercederia para que logo chovesse e ele pudesse, assim, voltar para a sua capela...

terça-feira, 11 de março de 2014

É isso ai...


Nem os mais sábios conseguiram explicar a grandeza da Natureza

E acabou o Carnaval! E nem tive tempo de escrever o artigo da semana passada, pois também estava no espírito carnavalesco. Se bem que este ano fui mais comedido, ou seja, me comportei mais e somente assistir os Desfiles das Campeãs, em nossa Mogi das Cruzes e, em São Paulo.  Bom, para que gosta, nem é preciso dizer que ambas valeram a pena de assistir. Cada qual, na sua maravilha. Bom e teve gente que disse que o Carnaval é coisa do demônio. Sei lá, cada um tem seu pensamento; o que eu penso é que dependendo do coração de cada um, o local em que se encontra será iluminado ou não. E falando em iluminação e inferno, achei aqui em casa um exemplar de “Mello Freire” – Histórias da História de Mogi das Cruzes – edição de 2002 e me chamou a atenção o título da história: O Beco do Inferno:  “Havia, ligando o Largo da Matriz (Praça Coronel Almeida) à rua Nova, posteriormente Senador Dantas, uma viela escura, mal cheirosa, calçada com pedras brutas, que veio desde os tempos coloniais povoada de lendas, que a imaginação do mogiano conservou durante muitos anos.    
O povo deu  a essa viela o título de “Beco do Inferno”.   Diziam que, quando escurecia, um moleque de olhos que chispavam fogo ficava no centro daquela estreita travessa, aguardando a passagem de algum incauto para, sem que fosse pressentido, trepar-lhe no ombro.    O gosto desse moleque era cavalgar os desavisados transeuntes pelas ruas da cidade, altas horas da noite.    Por isso, raramente alguém atravessava aquela via pública, depois do toque de silêncio que, invariavelmente, era dado pelo sino da cadeia, às vinte e uma horas.

Na esquina, com frente para o Largo da Matriz estava o sobrado do Senhor Antonio Ingliano, que ficou geralmente conhecido por “Seu Antonio do Beco”.   Era um cidadão português, já velho, com domicílio em Mogi das Cruzes durante muitos anos que gostava imensamente de conversar à tarde com seu genro, o tabelião Francisco Monteiro, e de comprar duas vezes por semana um bilhete de loteria.   Chegara no tempo da monarquia, como escrivão de paz em Arujá, mas não se acostumando com o lugar e com o cargo, para aqui veio e ficou o resto de sua vida, sempre benquisto por todos.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

É isso ai...

“Tão importante quanto o que se ensina e se aprende
é como se ensina e como se aprende.” (César Coll)

E na próxima semana já começa o Carnaval. Apesar de, a data ser 4 de março, já nessa próxima sexta feira, inicia-se a folia e, consequentemente, os bailes carnavalescos. Seu significado está ligado ao fato dessa festa pagã acontecer durante os três dias que antecedem a quaresma - um longo período de privação - portanto era como uma despedida dos pecados da carne. Que coisa, não? Bom, o fato é que a folia começa bem antes e vários salões de nossa Mogi das Cruzes se preparam para receber seus associados e convidados, mogianos e turistas. Mas, o Carnaval era como os dias de hoje?. Novamente fui buscar alguma história sobre o carnaval mogiano e deparei-me com uma, no livro de Isaac Grimberg: Mogi das Cruzes de Antigamente – edição 1964. Consta em sua obra a seguinte história sobre Baile de Carnaval: “...A partir de 1892, por exemplo, e até 1902, os bailes do Entrudo dos nossos avós foram realizados no Mercado, que nesse tempo era apenas uma parte daquele que foi demolido em 1960.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

É isso ai...

“Sua vida reproduz seu pensamento.”

Semana passada, pensei em cortar meu cabelo e resolvi dar uma volta na cidade à procura do profissional em questão e como não sou exclusivo de nenhum, resolvi passear na cidade ao encontro de algum. O interessante é que em nossa cidade, de uns tempos para cá, surgiram tantos salões de beleza (antes conhecidos como Barbearia) que fica até difícil escolher um, a não ser que você já esteja acostumado com alguém para cortar suas madeixas. O mais interessante: vi salões como verdadeiros pontos turísticos. Você estranha? Salões dos mais variados tipos e decorações, um mais bonito que o outro, cada qual com sua peculiaridade. Portanto, dignos de serem visitados. E assim, além de salões, pontos turísticos, que tal a ideia? Bom, isso é outra história.

No passei me lembrei do livro Mogi das Cruzes de Antigamente, de Isaac Grimberg, 1964 – Editora Saraiva. Nele, consta a história da Greve dos Barbeiros que ocorreu em nossa cidade, por volta de 1897, isso mesmo: 1897. Você acredita nisso? Uma greve de barbeiros, pois é o que está no livro de Grimberg: “...Quem viveu em Mogi das Cruzes pelos idos de 1897, deve estar lembrado da “greve dos barbeiros”. E deve ter assistido, então, a um grande espetáculo de solidariedade e de união que bem demonstra o espírito independente dos mogianos.

Eram então três os fígaros estabelecidos. Um dia, os três profissionais mandaram distribuir pela cidade uns boletins em que comunicavam à população que devido ao encarecimento absurdo da vida nos últimos tempos, resolviam aumentar o preço da barba de duzentos para trezentos réis. Esperavam que o povo, compreendesse etc...

sábado, 8 de fevereiro de 2014

É isso ai...

“Só é bem-sucedido quem tudo faz com boa intenção.”

Num desses domingos participei do “Mogi para Mogianos” e uma das visitas foi ao Museu Professora Guiomar Pinheiro Franco, no centro de Mogi das Cruzes. Sem dúvida alguma, um dos pontos mais agradáveis do passeio (todos foram excelentes). A dona Guiomar foi uma das fundadoras da Rede Feminina de Combate ao Câncer, presente em Mogi desde 1961. De família tradicional, atuava no Grupo Escolar Coronel Almeida e sempre pronta a ajudar quem necessitasse. Seu trabalho é seguido por mais 33 voluntárias que atuam na Rede, dando assistência a mais de 100 pacientes de câncer – de Mogi e Região. Seu museu nos apresenta sua importante participação na Rede Feminina de Combate ao Câncer em nossa cidade. O casarão onde ela viveu com a família, na rua José Bonifácio, 202 faz com que o turista viaje aos séculos XIX e XX e, também, conheça como era o modo de vida da sociedade mogiana naquela época. Lá você verá uma coleção de coelhos que Dona Guiomar mantinha e terá o excelente monitoramento do Sr. Roberto Leme, Coordenador dos museus mantidos pela Prefeitura. Uma das atrações é a imagem de Nossa Senhora da Lapa, em madeira, localizada em um oratório, dentro do casarão, entretanto, antigamente tal imagem ficava no lado externo numa esquina e, de onde, provavelmente o Beco ficou conhecido como Beco da Lapa, em decorrência da Santa.   

Relíquias da Revolução de 32 estão também expostas. Seu irmão Fernando Pinheiro Franco lutou na Revolução... O Museu foi criado em 2001 e pode ser visitado de terça a sexta feira, das 8 h às 12 h e das 13h às 17, gratuitamente.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

É isso ai... (continuação: Monumentos de Mogi)

“Não podemos fazer tudo imediatamente, mas podemos fazer alguma coisa já.”

No domingo último, 26, me deparo com a triste notícia: “Abandono danifica monumentos” no jornal O diário que percorreu a cidade em companhia da arquiteta restauradora Vanessa Kraml e, visitou dois monumentos podendo constatar que estão sem manutenções. Não só a falta de manutenção, mas a prática de vandalismo faz aumentar o risco de perdemos valiosos monumentos que contam um pouco da história da Cidade. Mas o lado bom é que, neste caso, o jornal O Diário, publicou no dia 28: “Monumento – abandono é criticado – “Parece que a gente está falando com as paredes”, afirma o autônomo João Benedito Camargo , a respeito do estado de conservação dos monumentos históricos espalhados por Mogi das Cruzes. Defensor do patrimônio cultural, histórico e artístico da Cidade, diz, conforme o jornal, que a Prefeitura deve viver numa outra cidade, por afirmar que realiza manutenções regulares nas peças. Então, os monumentos visitados foram: Estátua do ex-prefeito Waldemar Costa Neto, monumento em homenagem aos expedicionários, o busto do ex-presidente Getúlio Vargas e o Obelisco na praça central, além da escultura de Zumbi dos Palmares e ainda o Monumento ao Imigrante Japonês. Todos eles, necessitam de manutenção e devem ser preservados, pois ai está parte de nossa história, são monumentos dignos de serem visitados e acompanhados pelos Guias de Turismo, que se formam semestralmente pela Etec Presidente Vargas de Mogi das Cruzes. Portanto, vamos aguardar, não só a palavra do Poder Público, mas sua ação imediata. E se falando em monumentos, vamos lá:

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

É isso ai...

 “Não existe grandeza onde não há simplicidade, bondade e verdade”

Passeando por nossa Mogi das Cruzes, pude observar que existem alguns monumentos e por vezes passamos por eles, sem saber seus significados, sem saber o “por que estão onde estão”. Todos eles, tem seu significado e sua história e deveria ser parte integrante do ensino nas escolas. Bem, mas daí é outra conversa. Vamos lá:

AVIADOR
Localizado bem à frente do Santuário do Bom Jesus do Matosinho (leia-se Igreja de São Benedito) e do Largo do Bom Jesus (atualmente os jovens costumam dizer que é a praça da Mirela) na rua Dr. Correa, foi inaugurado em 06/fev/1949 e deve-se a homenagear os aviadores Joaquim Frederico Mulheise e Wilson Abreu, vítimas do acidente aéreo ocorrido em 01/set/1948, aniversário da cidade e que jogavam papéis picados e flores sobre a multidão que participavam das comemorações. O motor do avião Paulistinha sofreu uma pane e espatifou no chão. O monumento, a reprodução da hélice partida, foi a maneira dos mogianos de homenagearem os dois jovens e consta na placa: “Cumprimos o nosso dever – Joaquim J. F. Mulheiser e Wilson A. Abreu + 01/09/1948”

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Isto é... Turismo!

“Quem cultiva uma flor, embeleza o mundo e faz alguém feliz”

Essa é uma frase no site da Orquidácea em Guararema, cidade vizinha de Mogi das Cruzes. Um passeio que vale a pena. Um local que não pode deixar de ser visitado quando você passar por aquela cidade. A Orquidácea é o fruto de uma história de amor entre Roberto Giorchino e as orquídeas, que começou ainda na mocidade, quando era estudante. Sua mãe, D. Cecília B. Giorchino possuía em casa, aproximadamente trinta vasos e nos períodos de descanso dos estudos, ele ajudava a cuidar de suas plantas, o que lhe trouxe experiência e amor pelo cultivo das orquídeas. Em fins da década de setenta, faleceu o renomado orquidófilo, Sr. José Dias Castro que possuía um acervo muito significativo. Roberto Giorchino, por sua vez, vislumbrando o futuro, adquiriu aquelas plantas, levando-as para Guararema, com um clima ideal, onde fundou, em meados de 1979, o Orquidário Pérola do Vale, hoje conhecido nacionalmente como Orquidácea. Considerado por seus clientes e admiradores das orquídeas, um dos melhores orquidários do Brasil, em termos de organização, limpeza e qualidade de cultivo, a Orquidácea produz, em média, 150.000 mudas / ano, atendendo, sempre as últimas tendências do mercado, com as melhores matrizes nacionais e internacionais. As excursões devem ser realizadas com dia e hora marcados. Maiores informações : (11) 4693-1652 ou www.orquidacea.com.br

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Feliz 2014! Isto é... Turismo!

É isso ai... Feliz 2014 à todos os Guias de Turismo, Turistas e todos nossos leitores. Retornei à cidade esta semana, após uma viagem ao litoral norte, mas confesso que, por mais que outro lugar seja magnífico, com suas praias e belezas, a nossa Mogi das Cruzes, nos dá aconchego, nos dá prazer, nos satisfaz, enfim, nos faz sentir em casa, com nossa família, afinal: “nossa casa é nossa casa”. E buscando notícias na imprensa local constatei que o Trem Turístico virá à nossa cidade, uma vez por mês. Isso mesmo, somente uma vez por mês e, sabe-se lá o motivo, pois desde sua criação em Junho de 2009 pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, com o apoio da Prefeitura de Mogi e da Secretaria de Estado do Turismo, o Expresso Luz-Mogi, as viagens eram quinzenais. Nem vou questionar, mas se observarmos as viagens, enquanto o percurso Luz-Jundiaí é realizado todos os sábados e o percurso Luz-Paranapíacaba, pelo menos, três vezes, o de nossa cidade continua com previsão de apenas uma viagem por mês. Com a palavra, nossos administradores públicos.