quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Brasão de Mogi das Cruzes



Idealizado pelo historiador Dr. Afonso Taunay e desenhado pelo artista J. Wasth Rodrigues, o brasão de armas do município de Mogi das Cruzes foi instituído pelo Ato nº 48, de 1º de julho de 1931 e restabelecido pela Lei nº 19, de 27 de fevereiro de 1948.

É composto por um escudo com um gibão de armas flechado, baseado no célebre quadro "Combate de Índios Botucudos com Soldados Milicianos de Mogi das Cruzes" - representado ao natural, em campo vermelho.

Cinco escudetes recordam e simbolizam uma série de fatos da história local e circunstâncias da vida mogiana. O primeiro escudete é partido ao meio, contendo uma pipa de ouro em campo vermelho, das armas de Braz Cubas; no quadrante inferior, um cardo verde em campo de prata das armas dos Braz Cardoso.

No segundo escudete, uma serpente de ouro sob uma faixa de prata em campo verde, que traduz a denominação "Mogi", que significa "rio das cobras". No terceiro escudete, três cruzes vermelhas da ordem de Cristo, em campo de prata, evocam a antiquíssima tradição dos três cruzeiros que ficavam no pátio da primeira igreja Matriz.

No quarto escudete há duas coroas de ouro em campo de verde, que simbolizam a fundação de cidades por mogianos mineradores de ouro, provenientes das margens do Rio Tietê. E no quinto escudete uma roda dentada de engrenagem simboliza a existência da já notável indústria moderna na cidade.

Como tenentes do escudo, dois bandeirantes revestidos do característico "Gibão de Armas", um deles empunhando uma bandeira de Santana, padroeira da cidade, e o outro, armado com um arcabuz. Como suporte, ramos de fumos e hastes de cana rememoram as duas lavouras tradicionais do município. No listal, em letras cor de prata sobre fundo vermelho, inscreve-se o lema "BANDEIRANTES GENS MEA", que se pode traduzir como "SOU DA GREI BANDEIRANTE" ou "PROCEDO DOS BANDEIRANTES".

Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes