quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Como Organizar a Mala Antes de Viajar...

Conheça seu destino

Para escolher o tipo e quantidade de roupas que você vai levar, é preciso pesquisar as seguintes características do local para onde você irá: o clima é essencial para definir o tipo de roupa; o grau desenvolvimento e características do comércio local, para o caso de compras de itens que se façam necessários ou mesmo de especialidades regionais, o que pode redefinir o tamanho da mala; conheça também a estrutura do local onde ficará hospedado, verificando se é necessário roupa de cama e banho; Por fim, fique atendo aos tipo de eventos da programação: o roteiro turístico inclui festas noturnas, eventos esportivos que precisem de roupas especiais?

Mala Feminina

1.  Arrume em primeiro lugar as calças ou saias (as peças mais longas), estendendo-as no fundo sem dobrá-las muito. Procure formar camadas uniformes.
2. Na segunda camada, coloque as camisas, os vestidos, etc. Tenha sempre em mente: as peças mais pesadas em baixo, as mais leves em cima.
3. Depois o casaco. Dobre-o em quatro e coloque-o por cima de tudo, pelo avesso.
4. Não se esqueça de fazer o mínimo de dobras possível, isso irá diminuir o volume.
5. Preencha os pequenos espaços com cintos, roupas íntimas (dobradas em pequenos rolos, por exemplo) ou peças de roupa que não amassam. Lenços e outros itens similares podem ser guardados no bolso interior da mala. Se esta tiver uma bolsa exterior, organize coisas úteis, como remédios, livros, canetas, óculos, etc.
6. Deixe algum espaço para levar consigo um saco desdobrável, no caso de fazer algumas compras que aumentem volume da sua bagagem
7. Coloque os shampoo, cremes e perfumes em frascos pequenos para economizar espaços, nunca esquecendo de colocá-los envoltos em sacos plásticos bem fechados para não vazar.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Historias de Mogi das Cruzes

SUBURBIO, BONDE E TAXI

No começo, entre São Paulo e a nossa região, não havia caminho regular. Só picadas de índios e o Rio Anhembi – depois Tiete – que os selvícolas conheciam como M’Boigy ou “ rio das cobras”.
Em 1601, contratado pelo Governador Dom Francisco de Souza, Gaspar Vaz, que fora Juiz em São Paulo, abriu a primeira estrada entre aqueles dois pontos e a seguir deu inicio ao povoamento da futura Mogi das Cruzes.
Em oficio ao Presidente da Província, datada de 1869, a Câmara informou a S. Excia. que “o nosso sythema de viação é: a PE, a carros de eixo móvel e à cavalgadura”. Não é de estranhar, por isso, que para ir de Mogi a São Paulo, na primeira metade do século 19, o mogiano levasse vários dias.
A 6 de novembro de 1875, porem, uma nova era se abre para os transportes entre nós. Para o comercio, para a agricultura, para a indústria e para o povo em geral. È que nesse dia inaugurou-se o trafego da estrada de ferro do norte entre São Paulo e Mogi das Cruzes.
Só vários anos depois, entretanto, é que ficou realmente cômoda aquela ligação, com o inicio da circulação dos primeiros trens de subúrbio.  Em fins de 1911 o Dr. Paulo Frontin, então diretor da Central do Brasil, comunicava a Câmara que faria correr um trem de subúrbio diário entre as duas cidades, saindo de Mogi de manha e regressando de São Paulo a tarde. No ano seguinte passaram a correr dois trens diários e depois três.
E nova era do progresso se abriu.
Tão entusiasmada, ficou a cidade e sua gente, que a 28 de fevereiro de 1941 a Câmara Municipal fazia publicar um “Edital de concorrência publica para o estabelecimento de uma linha de bonde, a tração elétrica ou animal dentro da cidade”...
A 28 de maio do mesmo ano, com efeito, a Câmara assinou contrato com o Sr. Octavio Leal Pacheco, vencedor da concorrência. Cinco anos depois, isto é, 28 de maio de 1919, foi lançada a pedra fundamental do serviço, mas tudo ficou, no entanto, apenas na assinatura do contrato e no lançamento da pedra fundamental...
A grande verdade é que, efetivamente, os bondes não faziam falta à cidade, que era, bem pequena. Não tão pequena, entretanto, que pudesse dispensar um carro de aluguel. E ele – o primeiro de Mogi teve – aqui iniciou os seus serviços, imponente e com quatro vistosos cavalos, em maio de 1911.
O semanário “A Vida” noticiou o seu aparecimento com a seguinte noticia: “ Mogy  vae ter agora carro de praça, para aluguel. O Snr. Antenor de Souza Mello brevemente estreará o seu carro que vira a dar a Mogy um aspecto bonito e elegante e constatará que verdadeiramente vamos em progresso”.
Alias, nesse particular, outro grande passo foi o inicio de atividades de uma linha circular de ônibus na cidade. Linha de jardineiras – melhor dizendo, já que assim chamavam-se então os atuais ônibus, que nesse tempo eram abertos de ambos os lados. A linha pertencia ao Srs. Benedito Cardoso de Camargo e João Rodrigues da Cunha e iniciou as suas atividades em 1923, prestando seus serviços à população por cerca de um ano e meio. A volta completa na cidade custava trezentos réis por pessoa e uma jardineira levava vinte e cinco pessoas. Aos sábados era comum a suspensão da linha, já que as jardineiras passavam a servir aos casamentos dos bairros distantes (Biritiba, Cocuera, etc.), trazendo os noivos e convidados para a Igreja e levando-os de volta após a cerimônia.

ISAAC GRÍNBERG – MOGI DAS CRUZES DE ANTIGAMENTE - 1995


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mogi das Cruzes de Hoje... E de Antigamente...

Esta é o primeiro texto que eu estou postando aqui no blog, este texto são duas historias que eu retirei de dois livros do Isaac Grinberg "Folclore de Mogi das Cruzes" e " Mogi das Cruzes de Antigamente".

Mogi das Cruzes de Hoje... E de Antigamente...

Hoje Mogi das Cruzes é uma grande cidade. Adulta. Amadurecida. Abrigando um grande parque industrial, ao seu lado de moderna e desenvolvida agricultura, que é, em muitos itens, das primeiras de todo o país. Os que nela moram gozam de um privilegio: têm as regalias de estar juntinho à capital mais as vantagens de residir numa cidade do interior.
Mas, como seria Mogi das Cruzes de antigamente?
Sim. Voltamos ao passado. Desde 1601...
Desde os mais antigos povoadores, que se estabeleceram seu primeiro pouso em Sant’Ana das Cruzes de Mogi Mirim, poucos quilômetros à esquerda do suave Anhembi.
Os primeiros povoadores com os seus problemas de plantar e colher, de arranjar braços para as suas pequenas lavouras, de afugentar os índios que queriam apossar-se do produto do seu trabalho. Com seu devotamento à religião e sua escravização às crendices. Com sua pobreza, sua simplicidade e sua doce ignorância. Com sua bravura e destemor, com seu carinhoso respeito aos mais velhos e com o incomensurável valor da maioria de seus homens, dos quais avulta, como figura de proa, a impressionante personalidade de Gaspar Vaz – símbolo do bom mogiano que viria depois...
E daqui partiram centenas de guerreiros e centenas de bandeirantes. Como partiram, centenas de anos depois, centenas de voluntários para a Revolução de 1932 e centenas de soldados para a Segunda Guerra Mundial!...
Atravessemos o tempo em que a cidade era apenas um rua. Em que o único divertimento era a visita, em que o baile chamava-se assustado e em que o Carnaval era entrudo...
Uma época em que o Teatro Vasques apresentava doze operas por ano, em que quem ia ao cinema levava a sua cadeira de casa e em que os bailes eram feitos à musica de finas orquestras de câmera...
Uma época em que militavam no futebol mogiano, quase todos os domingos, os grandes nomes do futebol brasileiro que eram Friedenreich, Siriri, Camarão, Brasileiro, Petronilho e tantos outros...
Tempo da Confeitaria do Felix... da Loja da Fama... da Farmácia do “Seu” Bento... da Confeitaria do Barroso... da Padaria do Florêncio...
Tempo em que a água da Biquinha tinha o milagroso poder de encantar os que a bebiam: quem dela provasse nunca mais deixaria de voltar a Mogi...
Muita coisa mudou. Só não mudou o espírito progressista do povo, sua capacidade de trabalhar e de progredir, o brilho invejável de sua mocidade, a tradicional hospitalidade mogiana que sempre recebeu bem a quantos no seu município desejam residir e trabalhar – e de que são marcante exemplo todos os estrangeiros que para cá vieram e especialmente os milhares de japoneses que vivem entre nós.
Porque os novos desejam saber do passado e os velhos querem relembrar seu tempo...

Isaac Grínberg, Mogi das Cruzes de Antigamente, 1995

domingo, 12 de agosto de 2012

Expresso Turístico - Roteiro Cultural


Roteiro Cultural Expresso Turístico 12/08/2012

Hoje foi o Primeiro Expresso Turístico sem a Javatur, com os Roteiros Cultural e Rural onde os passageiros puderam aproveitar a cidade e seus pontos turísticos, comendo um comida excelente e desfrutando de um maravilhoso dia de Sol na cidade de Mogi e conhecendo um pouco da nossa cultura.




















sábado, 11 de agosto de 2012

Reunião Semanal dos Guias de Turismo de Mogi das Cruzes.

Centro de Informações Turísticas do Parque Centenário

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O dia dos pais está chegando e a Rizzatour preparou um
roteiro super legal para você presentear o seu paizão!!!



Informações:
Agência Jundiaí : 11 4527-2000 / 11 3963-8723 / FAX 11 4817-1618
DEPTO. DE VENDAS :
contato@rizzatour.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. | vendas@rizzatour.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
http://www.rizzatour.com.br

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Programação - Mogi para Mogianos de Agosto


Moradores e admiradores de nossa cidade, confiram a programação do Mogi para Mogianos do mês de agosto.
"Todo domingo um roteiro diferente"

05/08- Roteiro Rural
Destino: Sabaúna
Locais visitados: Sítio São Jorge, Ateliê Lucio Bittencourt, Estação Ferroviária.
Saída: Parque Centenário às 10h.

12/08- Roteiro Rural
Destino: Itapety
Locais visitados: Orquidário Oriental e Mosteiro Camaldolense
Saída: Parque Centenário às 10h

19/08- Roteiro Ecológico
Destino: Serra do Itapety
Local visitado: Parque Natural Municipal
Saída: Parque Centenário às 10h e Administração Regional de Brás Cubas às 12h.

26/08- Roteiro Rural
Destino: Cocuera
Locais visitados: Fruticultura Hoçoya e sítio Paraíso das Microoquídeas.
Saída: Parque Centenário às 10h.

Maiores informações: 4726-9920 ou 4798-5078